A princípio, ao ouvir aquela notícia, Uzé ficou estarrecido.
Mas, depois, vendo e ouvindo o que os noticiários do Brasil e do mundo falavam a respeito daquela mulher guerreira com quem Uzé já se alinhara nas mesmas fileiras, ele ficou orgulhoso.
Lembrou-se dos tempos em que carregava aquela estrela no peito e empunhava sua bandeira vermelha: Aquela era uma mulher legitimamente brasileira que sabia o que era o meio ambiente.
Uzé pensou rapidamente que ela não acertava em tudo, mas com orgulho ele foi buscar a sua estrela no baú e andou, pelo menos uma semana, com ela novamente em seu peito: homenagem a Marina.
Mesmo sem saber, Uzé sabia: Graças a alguém maior que fora anunciado por uma outra estrela, há muito mais tempo atrás, lá em Belém, que podia dizer: Mulher de Deus, uma das nossas!
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