… Não era mais um porque a morte de alguém é única.
Mas quando ele começou a ver toda aquela aglomeração da Imprensa e a repetição, dia após dia, das notícias, mostrando a morte daquela pequena menininha, Uzé, que naquele momento tomava o seu café da manhã, quase vomitou de tanta indignação:
Via muita gente da Imprensa sem qualquer compaixão pelo sofrimento daquela família…
Sem poder concluir, ele pensou consigo mesmo se isso não era para vender horário de comercial, jornal e revista…
Será que era para ser assim?
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